Mulher que fez ofensas racistas contra Eddy JR diz que estava sob efeito de remédios e que não se lembra

Eddy JR passará por uma grande batalha judicial mesmo com o caso ganhando repercussão nacional.

O caso que chocou o país acaba de ganhar novos capítulos. A mulher que foi flagrada ofendendo o humorista e músico Eddy Jr. com xingamentos racistas afirmou que não se lembra da situação por estar sob efeito de medicamentos. O caso, registrado e filmado pelo próprio Eddy, mostra a racista despejando todo tipo de racismo.

No dia 18 de novembro, ela esteve na delegacia, não respondeu aos questionamentos, mas apresentou as alegações por meio de advogados. Vizinhos se colocaram a favor da expulsão da racista e do filho dela, flagrado com uma faca na porta do apartamento de Eddy, em sinal de ameaça.  O documento da defesa cita que a aposentada estava “atormentada e perturbada” por conta dos remédios para “tentar dormir”, causando “taquicardia”. Por isso, não se lembraria das ofensas. Elisabete ainda negou que tenha cometido racismo.

capa eddy júnior

Um laudo do Instituto de Criminalística apontou que a mulher afirmou “fora, macaco”, nos vídeos gravados por Eddy. Na situação, Elisabete chamou o humorista de “sujo”, “bandido” e “imundo” e que não subiria no elevador com ele.

O artista filmou o momento em que foi atacado por uma vizinha com insultos racistas no condomínio onde mora, na Barra Funda, em São Paulo. A aposentada e o filho dela também estiveram na porta do apartamento dele portando faca e garrafa. As imagens divulgadas por Eddy mostram que a mulher se recusava a usar o mesmo elevador que ele. “Cai fora. Não quero ficar com ele. Não vou [subir com ele]. Não quero”, afirma a mulher, que é  apartada por um funcionário do prédio.

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