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PC não vê indícios de crime em caso de mulher que pulou de carro

Written by BeiraVibes

O caso ocorreu na madrugada do dia 19 de dezembro | Foto: Reprodução

Segundo a Polícia Civil, não há indícios de crime no caso da passageira que pulou de um carro em movimento por achar que seria estuprada por um motorista de aplicativo, em Goiânia.

A jovem, de 26 anos, contou ao g1, na época do ocorrido, que pulou por medo após o homem fazer diversas perguntas. Ela, então, reparou que o rosto dele não era o mesmo que aparecia no app. No dia seguinte, o condutor teria enviado uma carta a ela pedindo desculpas.

“Esse caso está no 8º DP [Distrito Policial]. Foram executadas diversas diligências e oitivas, contudo, não houve indícios da ocorrência de infração penal”, informou a delegada Paula Meotti, nesta terça-feira (3/1).

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No suposto bilhete, ele fala que em “nenhum momento quis fazer maldade” com ela. A Uber informou, em nota, que repudia qualquer tipo de comportamento abusivo contra mulheres e acredita na importância de combater e denunciar casos de assédio e violência. Além disso, falou que está à disposição das autoridades para colaborar com as investigações.

A empresa afirmou, ainda, que a “segurança é uma prioridade para a Uber e inúmeras ferramentas atuam antes, durante e depois das viagens”. De acordo com a empresa, há um sistema de verificação da identidade dos motoristas em tempo real.

O delegado Kleyton Manoel, que ficou responsável pela investigação, afirmou que o caso foi arquivado. “Fato atípico. Não houve nenhuma conduta criminosa do motorista”, contou o investigador ao g1.

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Pulou do carro

O caso ocorreu na madrugada do dia 19 de dezembro. À época, Walirrane Ramos explicou ao g1 que solicitou uma viagem para o Setor Morada do Sol, onde vive, mas disse que pulou do carro na região do Setor Vila Redenção.

Assim que a mulher entrou no carro, o motorista começou a fazer diversas perguntas, chegando a um ponto que começou a incomodá-la. Nessa hora, segundo a passageira, ela conferiu o rosto do motorista com o que aparecia no aplicativo e viu que eram bem diferentes. Depois do ocorrido, ela disse que começou a ficar com medo e mandou mensagem para um amigo.

Nota da Uber

“A Uber repudia qualquer tipo de comportamento abusivo contra mulheres e acredita na importância de combater e denunciar casos de assédio e violência. A empresa se coloca à disposição para colaborar com as autoridades no curso das investigações.

A Uber defende que as mulheres têm o direito de ir e vir da maneira que quiserem e têm o direito de fazer isso em um ambiente seguro. Por isso, desde 2018 a empresa mantém o compromisso de participar ativamente do enfrentamento da violência contra a mulher e segue investindo constantemente em conteúdos educativos contra o assédio para motoristas.

Em conjunto com o Instituto Promundo, foi lançado o Podcast de Respeito e mais recentemente a Uber lançou uma campanha educativa de combate ao assédio também em parceria com o MeToo Brasil. Além disso, também em parceria com o MeToo, a plataforma possui um canal de suporte psicológico para apoiar vítimas de violência de gênero, que foi disponibilizado para a usuária.

Vale ressaltar ainda que segurança é uma prioridade para a Uber e inúmeras ferramentas atuam antes, durante e depois das viagens. No que se refere ao cadastro dos motoristas parceiros, antes de realizarem a primeira viagem na Uber todos os parceiros passam por diferentes modalidades de verificações que ajudam a confirmar sua identidade. A Uber possui um contrato com o Serpro, empresa de TI do Governo Federal, para confirmar as informações cadastrais dos motoristas parceiros e candidatos a motoristas e de seus veículos, em tempo real, a partir das informações da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV), com a autorização do Senatran – Secretaria Nacional de Trânsito. As fotos dos motoristas também são verificadas digitalmente, com um software especialmente desenvolvido para isso, denominado Datavalid, que compara as imagens fornecidas pelo condutor com as arquivadas pela autoridade de trânsito, a fim de prevenir fraudes.

Vale destacar ainda que no processo de cadastramento para utilizar o aplicativo da Uber, todos os motoristas parceiros passam por uma checagem de apontamentos criminais realizada por empresa especializada que, a partir dos documentos fornecidos pelo próprio motorista e com consentimento deste, consulta informações de diversos bancos de dados oficiais e públicos de todo o País em busca de apontamentos criminais, na forma da lei. A Uber também realiza rechecagens periódicas dos motoristas a cada 12 meses.

Além disso, a Uber utiliza uma ferramenta de “verificação de identidade em tempo real”, chamada U-Selfie. De tempos em tempos, o aplicativo pede, aleatoriamente, para que os motoristas parceiros tirem uma selfie antes de aceitar uma viagem ou de ficar on-line, para ajudar a verificar se a pessoa que está usando o aplicativo corresponde àquela da conta que temos no arquivo. Isso ajuda a prevenir fraudes e protege as contas dos condutores de serem comprometidas”.

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