PONTA DO OURO: Quando estudar não passa de um martírio


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Quitéria Uamusse

ELES madrugam, acordam entre quatro a cinco horas. Querem chegar cedo à escola, mas nem sempre conseguem lá estar antes das sete horas por causa da distância. O estabelecimento de ensino localiza-se a três quilómetros das suas casas, que devem ser percorridos a pé.

É assim todos os dias na Ponta do Ouro, onde estudar chega a confundir-se com o martírio. Apenas o sonho de se formar e mudar o rumo da história justificam tamanho sacrifício.

Não há outra opção, afinal o posto administrativo do distrito de Matutuíne, província de Maputo, dispõe de apenas uma única escola secundária.

Os alunos, na sua maioria, vão à escola a pé, por falta de transporte. Poucos operadores exercem suas actividades nesta zona, isto nos dias normais, pois quando chove nenhum deles presta esse serviço.

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